17 de mai. de 2025

Última noite do Baianize une vivências baianas, moda afro e celebração com sorteios

Por Iasmim Santos e Kaio Ílic

Na última sexta-feira(16), se encerrou o Baianize. A noite foi repleta de trocas, inspirações e reflexões sobre a mão de obra  das vivências baianas.  Realizado no Auditório do Ernestina, do Centro Universitário AnísioTeixeira (UNIFAT).
O evento reuniu estudantes e profissionais em um encontro potente de saberes e experiências.

Em formato semelhante ao TED Talk. A última  noite do projeto recebeu quatro convidados, os quais  compartilharam, em falas breves, um pouco de suas trajetórias e aprendizados, sendo eles: a mestra e pesquisadora Fernanda Garcez, a comunicóloga Andreyse Porto, o jornalista diferenciado, Filipe Correia e a esteticista Ana Paula Paixão, criadora dos manuais de Epilação Terapêutica.

A partir de sua área de atuação, cada convidado trouxe provocações sobre como é exercer suas funções com um olhar territorial e afetivo sobre a Bahia. Os discursos reforçaram a potência de pensar a estética, a comunicação e o conhecimento como práticas sensíveis e comprometidas com a realidade local.

Para o jornalista Filipe Correia, a proposta do Baianize é essencial para estudantes que ainda estão em formação:

“Esse evento é importantíssimo, porque nós estamos dentro de um ambiente acadêmico, falando para futuros jornalistas, publicitários, pessoal da moda, estética e gastronomia. Quando ouvimos pessoas que já estão atuando, temos o gostinho de saber como é na prática. Esse momento é muito importante para trocarmos ideias, ver quem já está fazendo acontecer e ampliar nossa visão sobre os caminhos possíveis.” Afirmou o Jornalista. 

Já a comunicóloga Andreyse Porto destacou o valor da identidade baiana na construção de uma comunicação mais efetiva e direcionada:

“Quando fui convidada para o Baianize, pensei que era uma oportunidade maravilhosa de compartilhar como nos sentimos, sendo baianos e comunicólogos. A nossa comunicação é diferenciada, precisamos nos direcionar de forma específica para cada público. Acho que isso vai ser muito útil para quem está se formando agora.”

Após as falas dos convidados, o público foi surpreendido por um desfile cheio de identidade e simbologia. Com figurinos produzidos por estudantes do curso de Moda do Centro Universitário. A passarela foi composta pelos próprios colegas da instituição, onde apresentaram seu dotes como modelos.

 Os penteados usados no desfile, feitos com tranças cheias de significados, foram assinados por Gisele Amorim, trancista e estudante do 7º semestre de Publicidade e Propaganda.

Para encerrar a noite, e o evento, de forma leve e festiva. Foi proposto aos convidados e alunos, um sorteio com diversos prêmios, que animou ainda mais os participantes. Os estudantes foram contemplados e realizados, não apenas pelos brindes, mas também pela experiência vivida ao longo dos três dias de Baianize.

UNIFAT BAIANIZADA, PIVETE!📸



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Segundo dia de Baianize promove imersão e aprendizado por meio de oficinas práticas


Por Beatriz Sousa 

O segundo dia do projeto Baianize, evento cultural de valorização às raízes baianas,  foi concluído com êxito e muita instrução aos participantes. A programação dessa quinta feira, 15, contou com diversos workshops práticos e interativos. 

Ao todo, foram sete oficinas práticas com temas que exploraram as áreas da gastronomia, da moda, da comunicação e da estética. Quem esteve nas repartições da UNIFAT, voltou para casa com experiências para contar. 

O roteiro começou logo cedo, às 17h o chef Jackson Couto Jr. já preparava o forno e a expectativa da plateia no laboratório de gastronomia da UNIFAT, com o workshop Tradições da Costa do Cacau. Trazendo a cultura e o toque da sua região, Jackson encantou os participantes com cultura, liberdade e comida boa. “Poder trazer minha tradição e regionalidade para meus ensinamentos nesse workshop é muito importante para mim", pontuou o cozinheiro.

No Núcleo Audiovisual da instituição, o jornalista Raphael Mascarenhas conduziu o debate sobre comunicação com o workshop “Telejornalismo: da pauta à matéria”. Durante o encontro, o comunicador compartilhou sua trajetória, desde a graduação até a atuação na TV Subaé, incluindo a experiência de morar fora do país e produzir conteúdo no YouTube. A oficina também abordou os bastidores do jornalismo televisivo, a importância da base teórica e incentivou os estudantes a explorarem as mídias digitais para o crescimento profissional e propagação da cultura.

Na sala ao lado, o cineasta Giovane Peixoto mediou um rico debate sobre produção de conteúdo audiovisual. O workshop “Reels - do bruto á edição” tirou as dúvidas de todos os presentes sobre essa ferramenta tão cotidiana no convívio moderno. Reafirmando suas raízes e produzindo ao lado dos participantes, o cineasta compartilhou sua boa opinião a cerca do projeto Baianize. “Eu acho que eventos como esse em que há um espaço aberto, as pessoas podem trocar experiências. De modo geral, os desafios de quase todo mundo que trabalha com audiovisual acabam sendo os mesmos, em contextos diferentes.” destacou.

Entre agulhas e retalhos, a sala 5, na sede da UNIFAT, foi o palco perfeito para as oficinas de moda. Por volta das 19h, Maria Cândida Ferreira contou sua história, reafirmou sua origem e fez os participantes colocarem as mãos na massa na produção de fuxicos, com o workshop “Fuxico é identidade”.
Mais tarde, às 20:30h, a sala deu lugar para a designer de moda Carolina Carvalho, que mergulhou no universo da moda sustentável por meio do workshop “Upcycling de acessórios e tecidos”. Por lá, a proposta foi reaproveitar materiais que seriam descartados, transformando-os em novas peças autorais, cheias de significado e identidade.

Para aproveitar o clima de fim da semana, o Chef Pablo Sá e o pesquisador Sidney Alaomin agitaram outro laboratório de gastronomia com a produção de drinks e ótimos aperitivos. O workshop “Gastronomia dos Biomas Baianos: raízes, frutos e transições” foi regado de humor, carisma e bons sabores.
Quem esteve por lá não só provou de bons temperos, mas conheceu parte da história de Pablo, chef que mediou a oficina. Além dele, Sidney, segundo mediador da atividade também compartilhou experiências com o público.
O pesquisador contou histórias, partilhou receitas e demonstrou muita felicidade em participar do evento: "É muito bom e gratificante, demonstra uma forma de confirmação daquilo que estou fazendo, e poder difundir a cultura Afro-Baiana com o que eu faço também é muito importante".

Reafirmando as raízes e a identidade cultural do evento, as trancistas Gisele Amorim e Letícia Vitória estiveram nas repartições da UNIFAT durante a noite vangloriando as raizes negras e história das tranças com o workshop “Valorização de Cabelos Naturais como Símbolo de Força e
Empoderamento”.
Estudantes da casa, Gisele e Letícia compartilharam suas trajetórias pessoais e profissionais, destacando como a cultura das tranças atravessa gerações. Gisele revelou que só descobriu recentemente que a arte de trançar fazia parte da história de sua família por meio de sua avó, uma conexão ancestral que fortaleceu ainda mais seu propósito, enquanto Letícia destacou o preconceito ainda presente na sociedade em relação aos cabelos trançados e destacou a importância de reafirmamos a beleza de nossas raízes. 

Por aqui, tudo isso já aconteceu e ainda há muito a rolar! O terceiro dia de Baianize vem aí, com mais convidados, mais experiências e muito mais Bahia, você não pode perder!

Do YouTube à TV: Raphael Mascarenhas realiza Workshop sobre trajetória e dicas no jornalismo



Por Beatriz Rosado

Na última quinta-feira (15), Raphael Mascarenhas, jornalista, repórter e youtuber, realizou um workshop com o tema “Telejornalismo: da pauta à matéria”, no Núcleo Audiovisual-NAV da UNIFAT, instituição a qual é egresso. 

Raphael compartilhou, de forma sensível e detalhada, sua trajetória — desde os tempos em que cursava Jornalismo até se tornar repórter da TV Subaé.
Durante a conversa, contou que criou um canal no YouTube com o objetivo de dividir com seus inscritos o planejamento e a trajetória de sua vida ao decidir morar fora do país para aprimorar seu portfólio.
Uma mudança que deveria durar dois anos, acabou se estendendo por quase seis, já que ele estava com um bom retorno financeiro.
Além disso, incentivou os estudantes a criarem conteúdo para as mídias digitais, pois esse trabalho abre portas que um dia foram inimagináveis.  

O repórter contou como funciona a dinâmica do jornalismo de televisão: “É muito louca. Primeiro, você precisa aprender sobre produção, pauta e como funciona a cidade.”

Também ressaltou a importância do conhecimento teórico para a carreira profissional: “Isso é a base. Você precisa ter conhecimento em áreas sociais. Use seu momento vago para leitura”. 

Com o avanço da globalização, a forma de ‘fazer jornal’ — e também de assistir — mudou. Por isso, Raphael deu dicas de como inovar e gerar identificação com o público.  “Tento sempre trazer uma coisa diferente, brilhando naquilo que sei fazer e respeitando aquilo que estudei”, compartilhou.

A programação também incluiu um espaço de diálogo entre o jornalista e os participantes. Durante o encontro, foram debatidos temas sociais como empatia e a importância da humanização na área, além do uso da inteligência artificial no trabalho. Raphael destacou como um olhar sensível pode transformar a forma de passar uma notícia e como gera uma conexão maior com o público e a forma de enxergar a situação.

O momento serviu de aprendizado para os estudantes e jovens presentes no workshop, reforçando a valorização da Bahia por meio da comunicação e a troca de experiências entre o público e o profissional, que se considera um eterno aprendiz.

Sidney Alaomin alegra participantes e ensina drinks que ressaltam a Cultura Afro-Baiana em seu Workshop


Por Felipe Carneiro 

Na segunda noite do Baianize, coquetéis brilham através de sabores e saberes no Workshop "Recôncavo Baiano: oficina de drinks", comandado pelo estudante de gastronomia da Unifat, Sidney Alaomin. Intercalando suas apresentações e ensinamentos com o workshop do cozinheiro Pablo Sá. No Laboratório de Gastronomia da Unifat, Sidney trouxe uma experiência única colocando sua essência em seus drinks. 

Reforçando sua fala de que “Comida é mais do que alimentar”, o estudante iniciou a experiência com uma Caipirinha Tradicional Remontada e explica o processo de prepará-la, além de trazer as ligações dos cítricos e da cachaça com a história da Bahia-combinando o drink ao evento. Na sequência, mostra aos participantes a primeira bebida autoral da noite, na qual nomeou de “Bananize”. Ela é uma bebida a base de Conhaque e Canelinha com um xarope de banana com especiarias, além de limão espremido e uma espuma de gengibre para finalizar. A bebida, feita exclusivamente para o evento, chamou muito a atenção dos participantes com seu teor forte e adocicado, além de um toque levemente apimentado.

Sidney demonstrou muita felicidade em participar do evento: “É muito bom e gratificante, demonstra uma forma de confirmação daquilo que estou fazendo, e poder difundir a cultura Afro-Baiana com o que eu faço também é muito importante”. 

Após passar por vários cursos, foi na gastronomia que ele, enfim, se consolidou- contando também com uma influência familiar. 

Nascido em Cachoeira e filho de cozinheiros, aprendeu a tradição de produção de licor com sua avó. Foram trilhos que o levaram para essa posição gastronômica na qual ele faz questão de valorizar suas raízes e sua cultura.

No terceiro ato de seu workshop, Sidney Alaomin puxou o encerramento da apresentação compartilhada com outra bebida autoral que seria ao estilo de “HighBall”. O coquetel refrescante a base de Gin, conta com a presença de mel, chá de hibisco, xarope de pimenta (pode ser de mel ou jabuticaba) e água tônica. A bebida fechou workshop com chave de ouro! Só de notar a expressão dos participantes naquela noite pode se dizer que a experiência foi extremamente divertida e enriquecedora, tanto com a dinâmica entre Sidney e Pablo quanto individualmente.

Workshop “Fuxico é Identidade” une tradição e criatividade no segundo dia de Baianize

 

Por Gabriel Leite e Beatriz Sousa

O segundo dia do evento Baianize aconteceu na última quinta, 16, nas repartições da UNIFAT. Espalhados pela universidade, diversas oficinas interativas explicaram e ensinaram a moda, a gastronomia, a estética e a comunicação,  utilizando das raizes da cultura e do profissionalismo dos nossos palestrantes 

Na ocasião, parte dos alunos presentes  participaram do workshop "Fuxico é identidade", promovido por Maria Cândida Ferreira. Formada em moda, a atividade proposta por Maria visou a reutilização de sobras de tecidos para a criação de peças decorativas. Além da atividade prática, o encontro também abordou a história e as origens da costura do fuxico, destacando seu valor cultural e ancestral.

Cada participante pôde criar seu próprio fuxico, roseta de tecido feita de retalhos, utilizando técnicas de reaproveitamento, costura manual e práticas de customização.
A participante Daniele Galvino do curso de design de moda, destacou “Achei muito interessante, principalmente porque é o resgate de uma cultura que veio das nossas avós. A gente consegue, imaginar de forma mais criativa e trazer isso de uma forma mais moderna”.
Ela ainda acrescentou “Pra mim, foi um aprendizado de unir tradição com inovação”.

Outros participantes destacam muito bem a prática abordada na oficina. “Essa questão de ser uma coisa manual, de um resgate de raízes baianas, e o reaproveitamento [surpreendem], porque o fuxico é uma técnica, que reutiliza muitos tecidos e é muito bom para a sustentabilidade”. conta Diego, estudante de moda.

Para entender melhor essa proposta do workshop, a mediadora Marica Cândida, compartilhou que, ao receber o convite, a primeira coisa que pensou foi na prática da costura de fuxicos. 

“Trazer o histórico do fuxico, de quando tudo começou, como era antigamente e porque se chama fuxico, era minha intenção.” destacou a profissional de moda. 

Ela acrescenta como sua trajetória se relaciona com o tema do fuxico. Segundo ela, a prática é familiar e está inserida em seu cotidiano a muito tempo. “Desde sempre soube fazer fuxico. Minha tia me ensinou a fazer quando eu era pequena, então ó fuxico veio comigo desde cedo.” A profissional destaca que, depois de toda essa história definitivamente efetiva, é gratificante poder passar essa prática adiante. 

Sobre a mensagem que quis transmitir, Marica explicou: “Quero passar que fuxico é ancestral, que tudo o que a gente faz hoje, tem sempre um pé no passado. O saber que temos hoje, vem dos nossos ancestrais.”

Workshop de Upcycling propõe moda como transformação e identidade no Baianize


Por Vitória Menezes e Iasmin Santos

Na segunda noite do evento Baianize, os participantes mergulharam no universo da moda sustentável por meio do workshop de Upcycling de acessórios e tecidos, realizado no dia 15 de maio, na sala 05 da Unifat.
A proposta da atividade foi reaproveitar materiais que seriam descartados, transformando-os em novas peças autorais, cheias de significado e identidade.

Durante a oficina, conduzida por Carolina Carvalho, designer de moda e artista experimental, os presentes aprenderam técnicas práticas de customização, costura manual e reaproveitamento criativo, além de refletirem sobre os impactos ambientais causados pela indústria da moda.
A experiência permitiu que cada participante criasse seu próprio acessório, reafirmando que a reinvenção pode (e deve) fazer parte do consumo consciente.

Para entender melhor a proposta do workshop, conversamos com Maria Cândida, professora do curso de Design de Moda da Unifat, que acompanhou a atividade:

"Algumas pessoas dizem que a gente só veste roupa, mas a moda em si não é só isso. Ela é identidade, é mostrar o que temos dentro da gente, de onde viemos, para onde vamos. Se gostamos de rosa, colocamos um vestido florido; se gostamos da primavera, usamos algo colorido. Moda é expressão, é saber o que realmente queremos."

Maria Cândida também deixou uma mensagem potente para as novas gerações de artistas negras que desejam entrar no universo da moda:

"Não desistam. Não deixem que apaguem o brilho de vocês. Todas nascemos com brilho, e algumas pessoas tentam apagá-lo, especialmente nas mulheres negras, que ainda são marginalizadas. Se uma porta se fechar, arrombem. É assim que temos que ocupar os espaços agora."

Mais do que uma aula, o workshop foi um convite à mudança de olhar sobre o que consideramos “lixo”, ressignificando resíduos e reafirmando que a moda é também um território de luta, memória e pertencimento.

Workshop no Baianize destaca tranças como símbolo de força e identidade

Por Iasmim Santos e Giovanna Beatriz 

Na noite de quarta-feira (15), o evento Baianize abriu espaço para um diálogo potente sobre estética, ancestralidade e empoderamento no workshop “Valorização de cabelos naturais como símbolo de força e empoderamento: penteados com tranças”, conduzido por Gisele Amorim e Letícia Vitória.

As convidadas compartilharam suas trajetórias pessoais e profissionais, destacando como a cultura das tranças atravessa gerações. Gisele revelou que só descobriu recentemente que a arte de trançar fazia parte da história de sua família por meio de sua avó, uma conexão ancestral que fortaleceu ainda mais seu propósito. Segundo ela, as tranças foram uma verdadeira virada de chave em sua vida:

“Durante toda a minha vida, eu sofri bullying com base na minha aparência, era de tudo que você imaginasse. As tranças, pra mim, foram um meio de refúgio. Um jeito de me descobrir como negra, de me empoderar e de conhecer o meu cabelo, porque eu não me aceitava. Hoje, eu vejo que a palavra que melhor define as tranças é autoestima.” Afirmou Gisele.

O momento também abordou temas como a apropriação cultural e o significado histórico das tranças para os povos negros, trazendo um relato sensível e informativo sobre suas origens, funções sociais e simbologias ao longo do tempo. As participantes tiveram ainda a oportunidade de conhecer diferentes tipos de tranças, seus nomes, e significados.

Letícia, por sua vez, destacou o preconceito ainda presente na sociedade em relação aos cabelos trançados. Ela relatou que muitas de suas clientes, apesar de cuidarem da estética com outros procedimentos, evitam fazer tranças por receio da rejeição social:

“Infelizmente, essa realidade é triste. Existe rejeição no trabalho, em qualquer ambiente da vida. Até pessoas que já têm uma autoestima definida passam por esse processo. É um preconceito que ainda precisa ser trabalhado.”

Além disso, Letícia falou sobre a dificuldade de ter o trabalho com tranças reconhecido como uma profissão legítima:

“Há alguns anos, trançar cabelos não era visto como trabalho. Por isso, muitas pessoas ainda têm medo de se posicionar como profissionais. Acham que trançar é apenas hobby. Trançar pode até ser hobby, mas quando você tem conhecimento, pode ensinar, praticar e ter uma renda fixa, ela se torna, sim, o seu trabalho.”

Além da parte teórica, Gisele e Letícia deram dicas valiosas de cuidados com os cabelos naturais e falaram sobre a importância dos materiais utilizados na realização das tranças, valorizando produtos que respeitam a saúde capilar.

Para encerrar, duas convidadas foram chamadas ao palco como modelos, enquanto as ministrantes demonstravam na prática como trançar, passo a passo, proporcionando uma vivência rica e interativa para o público presente.

O workshop reafirmou o compromisso do Baianize em celebrar e promover a cultura negra, destacando a beleza e a resistência que se entrelaçam em cada trança.

Tradição e Inovação foram o centro das atenções no Workshop de Jackson Couto Jr

 Por Felipe Carneiro 

Trazendo a cultura e o toque de sua região, mas com uma grande pitada de técnica e inovação foram os pratos principais do Workshop Tradições da Costa do Cacau, na segunda noite (15) do Baianize comandado pelo professor e cozinheiro Jackson Couto, no Laboratório de gastronomia da Unifat. Ele encantou os participantes com uma receita de sua região, mas com alterações próprias, que contou com Carne do Sol substituindo a Charque, um vinagrete e uma farofa Jacuba semelhante à farofa d’água.

No decorrer que o Cozinheiro ia preparando o prato, ele ia ensinando de maneira técnica os processos que ia executando. Trouxe muitos detalhes e curiosidades, como por exemplo o que seria o molho à campanha, que seria um nome mais “correto” do vinagrete. Além disso, os entusiastas da gastronomia viram também os doces que Jackson escolheu para demonstrar suas tradições, o Rabo de macaco e um doce de cacau, que era um dos focos do seu tema.

Na sua primeira vez na Unifat o professor do Senac e natural de Ipiaú falou um pouco sobre sua experiência vivenciada nessa noite, “Me sinto emocionado e muito feliz de poder participar do evento. Poder trazer minha tradição e regionalidade para meus ensinamentos nesse workshop é muito importante para mim”, pontuou o Cozinheiro.

16 de mai. de 2025

Pablo Sá compartilha conhecimento e carisma em Workshop no Baianize


Por Kaio Ilic 

Nesta última quinta-feira(15) aconteceu o segundo dia do Baianize. Projeto com intuito de enaltecer a cultura do estado da Bahia, foi realizado pelos alunos e colegiados do Centro Universitário Anísio Teixeira (UNIFAT). A segunda noite foi repleta de Workshops sucedidos por convidados especiais, sendo um deles o Chef de Cozinha Pablo Sá, que alegrou a noite dos visitantes combinando gastronomia e humor.

 Apaixonado pela gastronomia contemporânea e internacional, Pablo Sá é um Chef de cozinha renomado. Formado pelo Restaurante Escola SENAC, o cozinheiro há 14 anos, já foi o responsável por pratos em restaurantes ao redor do mundo, como China, Dubai e Singapura. Já no Brasil, o baiano, natural do vilarejo mais charmoso do estado, A Praia do Forte, trabalhou em outros estados como Pernambuco, e afirmou que nenhum tempero se compara aos sabores que a Bahia proporciona. 

O profissional de cozinha trabalhou em muitas cidades baianas, como Salvador, Vitória da Conquista e é claro, na Princesa do Sertão, Feira de Santana. Cidades as quais ainda trabalha como Consultor. Sá, também ocupa o cargo de cozinheiro marítimo em uma grande empresa de petróleo. 

O Gastrônomo baiano, dirigiu o workshop com maestria e minúcia aos convidados, apresentando um menu completo, destacando incluindo entrada, prato principal e sobremesa. Sendo: Taco de Cuscuz recheado com Carne do Sol, Picles de Abóbora e Espuma de Coalho. Logo após a entrada, o Chef apresentou aos requisitados, Snack de Pururuca de Pele de Tilápia acompanhado de Tilápia Curada, Croutons de Banana da Terra Verde e azeite como prato principal. E finalizou a noite com uma sobremesa brasileira chamada Cartola. O Workshop de Pablo Sá, reuniu não só estudantes do Centro Universitário, mas também ex-estudantes e visitantes de toda cidade. 

Fernando, jovem de 28 anos graduado em gastronomia pela UNIFAT, afirmou que a ação realizada no evento foi um grande incentivo para novos começos. Sérgio Thalles, estudante do quarto semestre de psicologia, alegou ficar admirado com o conhecimento que obteve durante o workshop do Chef. 

Já Guilherme Moraes, ficou ciente do Baianize, através de uma amiga, e se interessou muito pelo trabalho do cozinheiro, e marcou presença na oficina.

 ''Seja Cozinheiro!'' É o grande incentivo que o chef Pablo Sá deixa aos futuros profissionais do ramo gastronômico.

15 de mai. de 2025

BAIANIZE COMEÇA COM TUDO: UM MERGULHO AFETIVO NAS RAÍZES BAIANAS!


Por Iasmim Santos e Beatriz Rosado

O Baianize abriu suas portas nesta quarta-feira (14), no Centro Universitário Anísio Teixeira (UNIFAT), dando início a uma verdadeira imersão nos saberes e sabores da Bahia. O evento, que valoriza os elementos culturais do estado em diferentes linguagens, começou em grande estilo.

A abertura contou com uma palestra no auditório Ernestina, reunindo o jornalista Rafael Mascarenhas, o Afrochefe Ronaldo Assis, a esteticista Carliane Lôbo, o designer Jairo Leandro e o estrategista digital Marcos Carneiro. A mediação ficou por conta do professor e jornalista João França, que destacou a importância de uma comunicação que represente, de forma genuína, a diversidade cultural baiana:

“Primeiro, é importante entender que a Bahia é muita coisa, sabe? A gente tem a Chapada Diamantina, o Sertão, o Recôncavo. E, à medida que temos a possibilidade de discutir essa diversidade num evento como este, num centro universitário, isso só agrega à nossa formação. A gente constrói diferenciais de carreira, novas perspectivas profissionais e, acima de tudo, consciência sobre o lugar em que estamos sendo formados e que também ajudamos a formar. Precisamos aprender e exercitar o olhar para nós mesmos, para quem está ao nosso redor e para o lugar de onde viemos. Se não fizermos isso, continuaremos reproduzindo ideias que o outro -o desconhecido- tem sobre o que é a Bahia”. 

Outro momento marcante foi a participação do jornalista e repórter da TV Subaé, Rafael Mascarenhas, que compartilhou sua trajetória com os estudantes e destacou a importância de eventos como o Baianize na formação acadêmica e profissional:

“É muito gratificante estar aqui, conversando com estudantes de comunicação. É importante que vocês vejam exemplos de pessoas que começaram exatamente como vocês. Até pouco tempo atrás eu também estava sentado aí, e hoje estou aqui para dizer que vocês também podem. Mas é preciso estudar, se dedicar”. 

Rafael também realizou uma dinâmica na qual convidou um voluntário da plateia para participar. A experiência consistia em tentar adivinhar o objeto através de uma dica, a voluntária acertou e o prêmio foi em dinheiro. “Se você não tiver coragem, vai ser muito difícil conseguir alguma coisa”, expôs o jornalista, revelando que o objetivo da brincadeira era  ‘se jogar de cabeça’ nas oportunidades que a vida oferece. 

Ronaldo Assis, mais um integrante da roda de conversa, explicou o uso do termo ‘Afrochefe’: “Criei esse termo junto com Jorge Washington porque sou um homem preto e isso deve ser evidenciado”, é uma fusão entre a profissão e a identidade afro-diaspórica. O chefe também explanou os desafios em apresentar pratos baianos de uma forma diferente ou através de uma releitura: “Se depender dos outros, você vai comer dendê de domingo a domingo”.  Ele também destaca a riqueza que é a gastronomia e o universo de possibilidades que essa área proporciona.

Carliane Lôbo, que foi cabeleireira há 15 anos, agora atua como esteticista e cosmetóloga. Natural de Ipirá, contou que desde criança sonhava com a estética e aponta que trabalha para realçar a beleza que já existe, não para transformar ou descaracterizar. Apesar de toda correria que vivência um estudante, Carliane trouxe palavras de motivação: “Estudar te leva a caminhos que jamais você vai querer voltar atrás”. 

Marcos Carneiro, estrategista digital, revelou como lida com preconceitos sobre a Bahia em seu trabalho, e trouxe à roda dicas de como começar na área do marketing atrelado às vendas, além de explanar como a faculdade é um lugar de aprendizado e experiências: “Passei pelo setor de vídeo, pelo setor de redação, gravei, editei, íamos para a rua, cobríamos eventos, era muito legal”. 

O designer, criador publicitário e também de moda, Jairo Leandro, explicou como a moda diz quem são as pessoas a partir de como elas se comportam e se vestem “ela é o nosso cartão de visita”. Ele também explica a importância de estudar o público para o sucesso de um projeto ou campanha: “É muito além de pegar uma roupa e vestir. Essa roupa tem dedicação, mão de obra e amor, muito mais do que a gente imagina”. 

Com generosidade e paixão, os profissionais convidados compartilharam experiências e saberes, promovendo trocas enriquecedoras com a plateia, que também interagiu com perguntas e dinâmicas. E isso foi só o começo.

Nos próximos dias, a programação segue intensa: oficinas criativas, desfiles, intervenções artísticas e rodas de conversa prometem movimentar o campus. É uma oportunidade única de aprendizado, reconhecimento e celebração da identidade baiana.

Se o primeiro dia já foi esse estouro, imagina o que vem por aí?

Escola de capoeira infantil marca presença no primeiro dia de Baianize!



Por Beatriz Sousa                                                                                             

O primeiro dia oficial do Baianize, evento de regionalidade e valorização da cultura baiana realizado entre os dias 14, 15 e 16 de maio, contou com um acervo repleto de diversidade cultural e aspectos regionais. 

Além de muita música e uma experiência enriquecedora com palestras de profissionais de diversas áreas do conhecimento, o samba e as raízes históricas da Bahia fizeram parte do projeto com a presença da capoeira. A Ecult Capoeira, escola de capoeira de Feira de Santana, foi atração confirmada nas repartições da Unifat. 

Enquanto a troca de experiências rolava no auditório Ernestina Silva, a melodia do atabaque soava no prédio sede do Centro Universitário Anísio Teixeira. O público presente vibrou com as cantigas tocadas, as disputas entre os atletas e com toda a energia e o samba da roda de capoeira, absorvendo os aspectos culturais e regionais da prática considerada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Fabrício, conhecido como Mestre Tatuzam, mestre especialista em capoeira, destaca a importância da presença da capoeira nesse espaço. Para o capoeirista, a participação do esporte em projetos de diversidade, valorizando a cultura socioregional, é mais do que gratificante, é necessária. “É de um significado simbólico e muito representativo para a nossa cultura de pele preta e para a capoeira, porque a capoeira não poderia faltar em um evento como esse. ” destacou.

A 30 anos no mercado, a Ecult Capoeira é uma escola especializada em aulas para crianças típicas e atípicas de todas as idades. Junto aos atletas adultos, os pequenos também estiveram presentes nessa noite de Baianize e animaram a plateia com a apresentação do esporte. A todos os presentes, o mestre destacou “o tambor é a batida do nosso coração”.
E em meio ao som do pandeiro, do berimbau, do atabaque e do agogô, o público apreciou a manifestação dessa cultura tão rica e tradicional que carrega as raízes de uma linda comunidade.

13 de mai. de 2025

Beleza e História: conheça Gisele Amorim, trancista e palestrante no Baianize


Por Kaio Ilic

É DA BAHIA!
O evento que mistura profissionalismo 
com dendê está chegando para enaltecer a cultura da Bahia.
E no segundo dia workshops e palestras,contará com a presença de Gisele Amorim, em conversas sobre a valorização do cabelo afro.



participante irá dividir mesa com outro convidados, como:
Pablo Sá, Letícia Vitória e outros que 
também participarão da conversa sobre a bela cultura do estado baiano.

Influencer Digital e futura Publicitária, Gisele deixa sua marca registrada misturando arte e cultura com profissionalismo, pois é através do seu trabalho como trancista que causa alegria aos seus clientes valorizando a beleza dos cabelos afros.

A paixão pelo ato de trançar cabelos não foi de imediato. Sem saber que tinha talento, Gisele costumava fazer tranças boxeadoras em uma amiga, quando ainda estava no terceiro ano do ensino médio.

Desde então, foi se aprofundando mais nos estudos e técnicas de tranças afros, decidindo que queria seguir na área e se tornar uma trancista profissional.

A jovem que já atua a sete anos com tranças afros. Ela destaca que não teve uma referência direta além da sua própria mãe, que também trabalha no ramo como cabeleireira.

Pois na época em começou seus trabalhos como transcistas, a profissão não tinha uma grande de visibilidade. "Posso dizer que minha maior inspiração foi essa mistura de auto experimentação, curiosidade e o suporte da minha mãe, que sempre acreditou no meu potencial, mesmo quando eu mesma ainda não enxergava tudo isso!'' Pontuou Gisele.

Como uma das convidadas do Baianize, Gisele irá discutir em palestras sobre a valorização do cabelo afro. Temática que tem ganhado força por ser um símbolo de resistência e empoderamento para pessoas negras.

"Eu vejo a valorização do cabelo afro como algo fundamental e necessário, especialmente em uma sociedade que, infelizmente, ainda marginaliza e estigmatiza esse tipo de cabelo por conta da sua textura, volume e da forma natural que ele se apresenta, fora dos padrões impostos historicamente. Esse olhar preconceituoso acaba afetando diretamente a autoestima, a construção da identidade e o processo de autoaceitação de muitas pessoas negras, que, muitas vezes, crescem acreditando que seu cabelo é um problema ou algo a ser escondido.'' Afirmou a profissional sobre seu ponto de vista da valorização do cabelo afro.

"Eu, como trancista, sinto que faço parte dessa transformação social e isso é uma das coisas que mais me motiva a seguir nesse caminho." Ela acredita todos devem compreender o significado histórico que as tranças carregam ao longo do anos. Para além dos belos penteados afros, o motivo é algo essencial, não apenas para quem usa, mas para a sociedade como um todo.

Além de transcista, Gisele é estudante do sétimo semestres do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Anísio Teixeira (UNIFAT). A estudante também tem ganhado espaço nas redes sociais, acumulando mais de 63mil seguidores no Instagram, onde compartilha sua rotina como graduanda e é claro, seu incrível trabalho como trancista. Mas não para por aí. Gisele também administra sua própria empresa, RainhAfro. Sua marca tem o grande intuito de ampliar a representatividade, informações, empoderamento e amor próprio para o povo preto.

"Maravilhada, Realizada e Feliz" é assim que Gisele Amorim se descreve ao levar um pouco de ancestralidade com um toque de modernidade para seus clientes.

Expectativa é alta para o Baianize, evento que celebra a cultura baiana na UNIFAT!

Por Iasmim Santos 


Com a proposta de transformar a cultura da Bahia em verbo, o Baianize chega à sua segunda edição, mas dessa vez em um novo formato, como um evento interdisciplinar que promete movimentar o Centro Universitário Anísio Teixeira (UNIFAT) e Feira de Santana nos dias 14, 15 e 16 de maio. A expectativa é reunir cerca de mil pessoas durante os três dias de programação gratuita, que inclui palestras, workshops, desfiles, apresentações culturais e experiências sensoriais.

Idealizado inicialmente como um projeto acadêmico dentro da sala de aula do colegiado de Comunicação, o Baianize cresceu e se tornou um evento de grande porte, reunindo cinco cursos da instituição: Jornalismo, Publicidade, Estética e Cosmética, Gastronomia e Design de Moda.

“O objetivo principal é juntar a diversidade da cultura baiana. O evento foi pensado e elaborado dentro de sala de aula, e a ideia é que esse nome se torne um verbo”, afirma Emanuel Peixoto, coordenador dos cursos de Comunicação. “Convidei os colegiados de Estética e Cosmética, Gastronomia, Moda e juntamos com o de Jornalismo e Publicidade para montar o Baianize. Ele está sendo elaborado desde o semestre passado.”

Segundo Luana Oliveira, coordenadora do curso de Design de Moda, a intenção é valorizar o olhar de cada área criativa sobre a cultura da Bahia. “Fortalecer a cultura baiana, trazer especificações de cada curso, o que cada um tem de visão da nossa cultura."

A escolha dos convidados também seguiu critérios específicos. “Na minha área de moda, procuramos profissionais que tivessem gabarito, expertise no assunto, além de vivência na moda na cidade, para que viessem trazer informação para todo mundo”, destaca Luana.

Emanuel reforça que “a proposta era que cada colegiado levasse, para cada dia, um representante da sua área”. Na Comunicação, por exemplo, foram convidados Marcus Carneiro (estrategista digital), Raphael Mascarenhas (jornalista da TV Subaé e youtuber que já conheceu 27 países) e Giovani Peixoto (cineasta responsável por documentar a turnê de Gilberto Gil na Ásia). “A ideia é que os alunos tenham contato com esses profissionais, que são bastante conceituados no mercado, e tenham essa troca de comunicação”, completa Emanuel.

Embora o projeto já tenha existido em formato acadêmico, essa é a primeira vez que se torna um evento público. “Nunca aconteceu como evento público, ele já foi um projeto em sala de aula, acadêmico, restrito. Agora é interdisciplinar, gratuito e aberto à comunidade de Feira de Santana e região”, afirma o coordenador.

A programação começa com roda de capoeira, acarajé e palestras no primeiro dia. O segundo será voltado para workshops, oficinas criativas e atrações musicais, incluindo apresentação da cantora Ascca Bruna, estudante do colegiado de Comunicação. No terceiro e último dia, as palestras seguem o modelo “TED Talk”, com falas rápidas e inspiradoras, além de um desfile do curso de Moda com criações inspiradas na cultura baiana.

Outro destaque é a parceria com o projeto Saberes em Sabores, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). “Fechamos parceria com o projeto para trazer a culinária nordestina e baiana, roupas e bazar para o pátio da UNIFAT durante os três dias do evento”, explica Emanuel.

Com ampla divulgação nas redes sociais, na imprensa e até em canais de TV, a expectativa é alta. “Temos uma expectativa com um número grande de alunos da casa, e muita gente de outras faculdades já está inscrita nos workshops”, aponta Luana. Emanuel complementa: “As expectativas são as melhores. Queremos que o Baianize se torne uma referência em cultura baiana. Para o ano que vem, pretendemos realizar o evento no auditório Zorilda, com capacidade para até três mil pessoas.”

12 de mai. de 2025

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A Bahia que Criamos, Vestimos e Degustamos: Baianize traz experiência imersiva e um olhar inovador

Por Beatriz Rosado

O Baianize, evento gratuito realizado pelo Centro Universitário Anísio Teixeira (Unifat), em Feira de Santana, oferece uma experiência imersiva envolvendo aspectos socioculturais regionais, reinventando e valorizando tradições baianas.

O evento ocupará repartições da Unifat entre os dias 14, 15 e 16 de maio e estará aberto ao público. O encontro reúne workshops, palestras e atividades de 17 profissionais de referência na área da moda, gastronomia, estética, cinema e publicidade, além de exposições, apresentações artísticas, desfiles, palestras, música e experiências sensoriais que celebram a alma da Bahia 

O projeto Baianize foi idealizado por estudantes do curso de Jornalismo e Publicidade da Unifat no ano de 2024, e também se tornou uma iniciativa conjunta dos cursos Design de Moda, Gastronomia e Estética. “O objetivo desse projeto foi justamente ampliar, trazer um evento de multiplataformas com conteúdos para o Instagram, Spotify e TikTok. A ideia era movimentar a turma, extraindo e descobrindo os melhores talentos de cada um”, expõe Ketheleen Serra, estudante de jornalismo.




Emanuel Peixoto, coordenador dos cursos de comunicação da Unifat, evidencia o evento como um meio enriquecedor de conhecimento.
“É um espaço de reconhecimento das nossas raízes e, ao mesmo tempo, de reinvenção simbólica da baianidade no contexto acadêmico. 
Vejo o Baianize como uma ação fundamental para reforçar vínculos institucionais, ampliar repertórios culturais e estimular reflexões sobre identidade, território e pertencimento.
É, sem dúvida, uma das iniciativas mais significativas do nosso calendário”.
Convidados do Baianize: Os três dias de evento irão contar com 17 convidados. 

Sendo eles:

  • Marcos Carneiro – Estrategista digital
  • Jairo Leandro – Designer

  • Andreyse Porto – Comunicóloga, especialista em estudos culturais, história e linguagens
  • Filipe Correia – Jornalista, repórter e produtor de TV
  • Páblo Sá – Chef de cozinha
  • Fernanda Garcez – Mestra, pesquisadora e especialista em processos criativos
  • Carliane Lôbo – Esteticista e cosmetóloga
  • Ana Paula Paixão – Docente, palestrante e criadora dos Manuais de Epilação Terapêutica
  • Letícia Vitória – Trancista, esteticista e cosmetóloga
  • Geovane Peixoto – Cineasta
  • Maria Cândida Ferreira – Estilista e especialista em modelagem e costura
  • Raphael Mascarenhas – Jornalista, repórter e youtuber
  • Ronaldo Assis – Afrochef e pesquisador
  • Sidney Alaomin – Pesquisador
  • Carolina Carvalho – Designer de moda e artista experimental
  • Jackson Couto Jr – Professor, cozinheiro e pesquisador
  • Gisele Amorim – Digital influencer e trancista

Programação do Baianize:
Confira a programação completa do evento:

1º DIA | 14 de maio – Palestras

Palestra:
Marketing Digital e Vendas
Marcos Carneiro – Estrategista digital.

Palestra: Criação Publicitária, Produção de Moda e Design
Jairo Leandro – Designer.

Palestra: Universo da Estética
Carliane Lôbo – Esteticista e cosmetóloga.

Palestra: Gastronomia e Ancestralidade de Sabores
Ronaldo Assis – Afrochef e pesquisador.

Palestra: Comunicação e Vivência nas Mídias Digitais Raphael Mascarenhas – Jornalista, repórter e youtuber.




2º DIA | 15 de maio – Workshops

[ATENÇÃO] Horário especial: a partir das 17h
Workshop: Tradições da Costa do Cacau
com Jackson Couto Jr – Professor, cozinheiro e pesquisador
Horário:17h às 19h10
Local:Sala 05 – Unifat

Workshop: Telejornalismo: da pauta à matéria
com Raphael Mascarenhas – Jornalista, repórter e youtuber
Horário:19h
Local: Estúdio de Rádio | NAV – Núcleo Audiovisual da UNIFAT

Workshop: Fuxico é Identidade – Bordando Bahia em Cada Ponto
com Maria Cândida Ferreira – Estilista e especialista em modelagem e costura Horário:19h
Local: Sala 05 – Unifat

Workshop: Valorização de Cabelos Naturais como Símbolo de Força e Empoderamento
com Gisele Amorim – Digital influencer e trancista, e Letícia Vitória – Trancista, esteticista e cosmetóloga
Horário:19h
Local: Laboratório de Terapia Capilar – Unifat

Workshop: Reels: Do Bruto à Edição | Vídeo Criativo na Prática
com Geovane Peixoto – Cineasta
Horário:19h
Local: Estúdio de TV do Núcleo Audiovisual (NAV) – Unifat

Workshop: Gastronomia dos Biomas Baianos: raízes, frutos e transições
com Chef Páblo Sá – Cozinha internacional e contemporânea e Sidney Alaomin – Pesquisador
Horário:19h40
Local: Laboratório de Gastronomia – Unifat

Workshop: Upcycling de Acessórios e Tecidos
com Carolina Carvalho – Designer de moda e artista experimental
Horário: 20h30
Local: Sala 05 – Unifat 



3º DIA | 16 de maio
Horário: 19h
Local: Auditório Ernestina Silva Lima

Atividade: Mesa redonda com o tema “A Bahia que vestimos, criamos e degustamos”
com: Fernanda Garcez – Mestra, pesquisadora e especialista em processos criativos

Andreyse Porto – Comunicóloga, especialista em estudos culturais, história e linguagens

Filipe Correia – Jornalista, repórter e produtor de TV

Ana Paula Paixão – Docente, palestrante e criadora dos Manuais de Depilação Terapêutica 



Instagram:@baianize_2025
Spotify: Portal Bainize
TikTok:@baianize



QUEM SOMOS?

Seja bem-vindo ao Baianize!
um espaço onde existe a Bahia que criamos, vestimos e degustamos.

O "Baianize" é um projeto criado por um grupo de universitários das áreas de publicidade e propaganda, jornalismo, moda e gastronomia do Centro Universitário Anísio Teixeira (UNIFAT), apaixonados pela Bahia e por tudo o que ela representa. 

Nosso objetivo é valorizar, divulgar e refletir sobre os aspectos culturais, históricos, sociais e turísticos do estado, por meio de conteúdos criativos, informativos e engajados. 

Queremos "baianizar" o olhar de quem nos acompanha, mostrando a Bahia para além dos estereótipos.

E fiquem ligados em nossa programação para não

ficar de fora deste evento!




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